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Todos os títulos do Grêmio

Como foram os grandes títulos do Imortal, do Mundial até os torneios internacionais.

A Conquista das Três Américas

Conheça a primeira conquista gremista das Américas nos anos 50.

Histórico de Confrontos

Confira o histórico de confrontos do Grêmio contra os mais variados times do Mundo.

Histórico de Campanhas

Histórico de campanhas gremistas na Libertadores, Brasileirão e outras competições.

O Dia em que o Grêmio venceu a URSS

Conheça essa façanha esquecida

31/01/2010

GAUCHÃO'10: Gosto amargo de 2009



O primeiro Gre-Nal do ano teve o gosto amargo de 2009, assusta os gremistas a possibilidade de se repetir o ano maldito em que o rival ganhou grande parte dos confrontos, igualmente preocupa o fato de no primeiro grande teste contra uma equipe grande termos fracassado.

Certo que teve equilíbrio na disputa, mas não podemos fechar os olhos para o fato de o melhor jogador deles não estar em campo. Silas poupou peças para o clássico e no fim acabou da pior forma, jogamos bem, diferentemente das partidas anteriores, entretanto só isso não basta.


Primeiro tempo

O clássico começou fervendo, o Grêmio teve sua primeira boa chance logo nos primeiros lances da partida, Jonas cabeceou contra o gol de Lauro, mas bola passou ao lado do poste colorado. O Inter respondeu aos 6 minutos marcando um gol irregular, Giuliano dominou a bola com a mão antes da finalização, o árbitro viu e anulou o lance. Mesmo assim os vermelhos assustavam mais.

Foto: ClicRBS
Silas armou a equipe extremamente defensiva e logo o Colorado ofensivista começou a dominar o jogo, retrancado, o Tricolor perdeu o domínio do meio campo e precisou de milagres da perturbada defesa para não tomar gols. A Muralha Victor foi essencial, defendeu duas cabeçadas, uma de Índio e outra de Nei, enquanto Rafa Marques mostrou serviço salvando uma bola na linha da goleira.

A vantagem colorada deve-se a uma equipe mais entrosada, que joga junto desde 2009, isso pesou muito sobre o novo elenco do Imortal, apesar do domínio e boa organização os adversários não conseguiram balançar as redes até o apito do fim da primeira etapa, pois os tricolores conseguiram, na marcação e saídas em contra-ataques, anular as ofensivas alvirrubras.

Segundo tempo

Na segunda etapa o Grêmio novamente tentou pressionar em busca do gol, mas aos poucos foi perdendo, pela segunda vez, o controle da partida. Aos 5 minutos quase fomos penalizados pelas nossas fraquezas, Taison deixou Adilson para trás e mandou para Alecsandro que, livre de marcação, quase encaçapou o seu.

Foto: ClicRBS
A postura defensiva do Tricolor possibilitavam mais lances como os de Alecsandro, mas todos com o mesmo resultado, nenhum. O perigo era constante, mas as saídas em contra-ataque levavam perigo a Lauro, aos 24 minutos, por exemplo, Borges quase marcou após cruzamento de Souza.

O jogo foi perdendo qualidade do meio do segundo tempo, tanto Inter quanto Grêmio começaram a errar em demasia, ambos recuaram a suas respectivas defesas e a partida emocionante foi começando a ficar chata.

Foto: ClicRBS
Infelizmente o jogo voltou a ter lances importantes aos 34 minutos, isso porque foi o momento em que os colorados abriram o marcador. Edu, que recém tinha entrado no lugar de Taison, mandou a bola para Alecsandro, o centroavante bateu de fora da área no canto esquerdo de Victor.

Depois do gol o Imortal não teve forças para buscar o empate. Nos minutos restantes, o Grêmio tentou pressionar e quase conseguiu marcar o gol aos 48min. Maylson chutou a bola na trave, foi por pouco, quase empatamos.


FICHA TÉCNICA
GRÊMIO 0x1 INTERNACIONAL

Local: Estádio Colosso da Lagoa, em Erechim (RS)
Data: 31 de janeiro de 2009, domingo
Horário: 19h30 (de Brasília)
Árbitro: Leandro Vuaden (FIFA)
Assistentes: Altemir Hauseman (Fifa) e Marcelo Oliveira
Cartões amarelos: Nei, Sandro e Guiñazu (I)
Gol: Alecsandro, aos 34 minutos do segundo tempo;
INTERNACIONAL: Lauro; Índio, Bolívar e Fabiano Eller; Nei (Bruno Silva), Sandro, Guiñazu, Giuliano (Andrezinho) e Kléber; Taison (Edu) e Alecsandro
Técnico: Jorge Fossati
GRÊMIO: Victor; Mário Fernandes, Rafael Marques e Maurício; Joílson, Ferdinando, Adilson (Maylson), Souza (Fernando) e Lúcio; Jonas (Hugo) e Borges
Técnico: Silas



Resultado/Próximo jogo


Mesmo com a derrota estamos na 1ª colocação do Grupo 1 com 10 pontos. Na classificação geral, importante para decidir onde serão os jogos nas fases de mata-mata, o Internacional está a nossa frente com 13 pontos, da mesma forma a equipe do São Luiz.

Nosso próximo jogo é quarta-feira, dia 03 de fevereiro. A partida será no estádio Olímpico contra a equipe do São Luiz, às 17h.




Vídeo:



29/01/2010

Grêmio Bicampeão da Copa do Brasil de 1994



Em 1994 era disputada a sexta Copa do Brasil de Futebol, a segunda maior competição do país despertou, desde sua criação, a atenção dos grandes clubes brasileiros. Não por menos um dos clubes mais copeiros da América escrevia seu nome como uma das estrelas do torneio, o Grêmio, primeiro campeão em 1989, chegava à quarta das seis finais disputadas até então com pinta de favorito.

O caminho até a decisão havia sido árduo, como todos os títulos conquistados pelo clube, era o reinício do Imortal que havia sido rebaixado anos antes, mas que surgia das cinzas rumo ao seu futuro dourado. A Copa do Brasil não seria somente um título, mas a porta de entrada da Copa Libertadores da América que seria vencida pelo Imortal no ano seguinte.


A competição

O Cruzeiro de 93 foi um dos poucos times que conseguiram
superar o Grêmio desde a criação da Copa do Brasil em 89
Criada em 1989, a Copa do Brasil possibilitou a clubes de menor expressão a disputa com grandes equipes do futebol brasileiro. Desde o primeiro ano, onde o Grêmio sagrou-se campeão, muita coisa tinha acontecido.

O Tricolor dos Pampas chegou a duas finais, uma em 1991, quando perdeu impressionantemente o título para o Criciúma de Santa Catarina, e outra em 1993, quando foi derrotado pelo Cruzeiro (que acabou conquistando a tríplice coroa nacional com os triunfos no Brasileirão e Campeonato Mineiro do mesmo ano). Além desses, o Internacional, em 1993, e o Flamengo, em 1990, levantaram a taça.


A conquista

Participaram da competição de 94 grandes equipes, a destacar nosso rival Internacional, Palmeiras, Bahia, Fluminense, Vasco, Atlético Mineiro e Corinthians. Na primeira fase enfrentamos o algoz de 91, Criciúma. O Grêmio estava batizado contra os catarinenses, empatou a primeira partida fora de casa por 2x2 e venceu a segunda por 2x1.

Nas outras chaves a surpresa deu-se no confronto entre Fluminense do Rio de Janeiro e Linhares do Espírito Santo. O que se imaginava "jogo fácil" para os cariocas acabou com uma eliminação frustrante, depois de um empate em 2x2 dentro de casa, o Tricolor Carioca sucumbia pela igualdade de 1x1 fora, resultado que, devido ao maior número de gols marcados na casa do rival pelos capixabas, eliminava o Flu.

Logo na segunda fase pegávamos uma pedreira, o Corinthians de São Paulo, com o qual viriamos a fazer a final do ano seguinte. No primeiro jogo vencemos por 2x0 no estádio Olímpico, o ótimo resultado dava ao Grêmio a chance de perder por até um gol de diferença sem ser desclassificado. No jogo de volta no estádio Pacaembu, um heróico empate em 2x2 levou o time de Porto Alegre às quartas-de-final. Mas não foram só os paulistas do Corinthians que deram adeus a disputa, o Palmeiras também sairia da competição sendo eliminado pelo Ceará, que demonstraria sua força no decorrer da copa.

Depois de eliminar um postulante ao título o Imortal ganhou uma "colher de chá", o Vitória da Bahia, adversário das quartas, era um time limitado, mas muito forte dentro de casa. Mesmo impondo algumas dificuldades para os gaúchos, os baianos não conseguiram resistir, perdendo tanto  jogo de ida quanto o de vota por 1x0, seguíamos então para o enfrentamento contra o Vasco, último grande inimigo na busca do título. O Ceará, que havia aprontado para cima do Palmeiras na fase anterior, acabou derrotando o Internacional no gol qualificado, dentro do estádio Beira-Rio, ficando na fase seguinte com um rival fraco, mas perigoso, o Linhares do Espírito Santo, que eliminou o Fluminense na primeira fase.

O Vasco era um rival a altura, havia passado pelo Santa Cruz e Atlético Mineiro nas fases anteriores,  o jogo era a final antecipada. Na primeira partida fora de casa, o Imortal empatou sem gols com os cariocas, decidindo tudo no Monumental.  No segundo jogo o placar de 2x1 deu ao Grêmio o direito de participar de sua quarta final de campeonato, a segunda consecutiva. Do outro lado o Ceará, como já era de se esperar, venceu o Linhares seguindo para a decisão.

Dia 7 de agosto, com o estádio Castelão lotado, o Ceará recebeu o Grêmio para o primeiro jogo do confronto decisivo que poderia render o maior título da história do futebol cearense até então, o time que havia eliminado Palmeiras e Internacional estava pronto para derrubar mais um gigante, só não contava com o espírito copeiro do Imortal. Foi na garra que suportamos a pressão adversária saindo com um satisfatório 0x0 que deixava tudo para o jogo em Porto Alegre, preparavamos a festa.

Foi então que três dias depois do jogo no Nordeste o Tricolor Gaúcho recebia os rivais igualmente com um estádio lotado, pronto para soltar mais uma vez o grito de campeão. Não demorou muito para que a vitória se desenhasse, logo aos 3 minutos de jogo Nildo colocou o Grêmio na frente. Apesar do gol, o Ceará seguia forte em busca do empate, que garantiria o título para os nordestinos. Repetindo a garra do primeiro jogo os gaúchos não se entregaram segurando o resultado até o fim e sagrando-se bicampeões da Copa do Brasil, a segunda taça invicta.






Quartas-de-Final
Grêmio3X1Palmeiras28/11
Palmeiras1X0Grêmio01/12
 
 
Semi-final
Goiás1X3Grêmio05/12
Grêmio2X2Goiás08/12
 
 
Final
Portuguesa2X0Grêmio11/12
Grêmio2X0Portuguesa15/12







DADOS DA FINAL
Local:Porto Alegre/Rio Grande do Sul
Estádio:Olímpico Monumental
Data:10 de agosto de 1994
Hora:
Árbitro:Oscar Roberto de Godoy (SP)
Assistentes:
Gol Grêmio:Nildo aos 3 minutos do 1º tempo




 GRÊMIOCEARÁ
DANRLEICHICO
YUPERONALDO
PAULÃOAIRTON
AGNALDOVICTOR_HUGO
ROGERCLAUDINÉSIO
PINGOMASTRILO
JAMIRIVANILDO
ÉMERSONELÓI
CARLOS_MIGUELCATATAU
FABINHOGERÔNIMO
NILDOSÉRGIO_ALVES
TÉCNICO:
LUIZ FELIPE SCOLARI
TÉCNICO:
DIMAS FIGUEIRA

27/01/2010

GAUCHÃO'10: Virada nos Plátanos


O ataque do Grêmio está impossível, mais uma vez a defesa deixou a desejar e lá na frente o time conseguiu resolver. Jonas está em uma fase brilhante e Borges segue o mesmo caminho, a vitória de hoje somente consolida um jogador que a tempos vem pedindo passagem.

Ganhar o Gaúchão pode não ser grande coisa, mas perde-lo é algo terrível, estamos nos mantendo bem na competição, invictos e ganhando, apesar das dificuldades. Aparece então a diferença entre a escola Silas e o futebol gremista, vamos ver quem irá de se adaptar.


Primeiro tempo

O Grêmio jogou com time misto nessa quarta, poupando jogadores para o Clássico Gre-Nal. Apesar dos desfalques e de jogar fora foi do Tricolor as primeiras chances de jogo, aos 5 minutos Borges chutou a bola na trave, no rebote Maylson tentou, mas mandou para fora.

Foto: Jefferson Botega
Não demorou muito para a retranca se espalhar, os visitantes tentando segurar um pouco  ímpeto dos jogos passados para não começar perdendo e os donos da casa seguindo a velha filosofia gaúcha do interior, retranca e contra-ataque.

Mesmo evitando deixar a defesa desprotegida, o Grêmio se arriscava em alguns lances. Em um deles, aos 23 minutos, Evilásio acertou um belo chute da entrada da área direto para o gol de Victor, não foi falha, mas qualidade.

Foto: Jefferson Botega
O Imortal foi para cima em busca da igualdade, principalmente com Jonas, mas a bola não entrou. Maylson, que teve uma boa oportunidade, também não conseguiu abrir o placar para o time da capital.


Segundo tempo

Na segunda etapa o Tricolor voltou péssimo, antes ainda tentava o ataque em algumas jogadas perigosas, mas no retorno do vestiário parecia que só tinha volante em campo. O jogo ficou feio tanto para os gremistas quanto para os alvinegros.

Foto: Jefferson Botega
A primeira chance palpável só chegou aos 29 minutos, e foi do adversário, Murilo estava pronto para marcar o segundo, mas a bola bateu na trave de Victor. Precisando do resultado, o Grêmio precisou de Jonas e o atacante fez sua parte, deu um chapéu no alvinegro Vinícius e, sem deixar a redonda cair, bateu certeiro para empatar a partida.

Depois do empate o jogo esfriou, mas, antes do apito final, aos 46 minutos, Borges apareceu dentro da área, levou dois adversários e mandou uma bomba direto para as redes do Santa Cruz, virada espírita no estádio dos Plátanos.



Resultado/Próximo jogo

Com a vitória lideramos o Grupo 1 com 10 pontos, estamos invictos na competição e nos distanciamos do Novo Hamburgo.

Nossa próxima partida é dia 31 de janeiro, domingo. O jogo será em campo neutro, no estádio Colosso da Lagoa em Erechim, às 19h30min contra o rival Internacional. Gre-Nal!



FICHA TÉCNICA
SANTA CRUZ 1 X 2 GRÊMIO

Local: Estádio dos Platanos, em Santa Cruz do Sul (RS)
Data: 27 de janeiro de 2009, quarta-feira
Horário: 21h50 (de Brasília)
Árbitro: Jean Pierre Lima
Assistentes: José Franco Filho e Carlos Selbach
Cartões amarelos: Fabiano, Rigo, Breno, Evilásio, Vinícius, Cássio e Wiliam Paulista (SC); Ferdinando, Victor e Fernando (G)
Gols: SANTA CRUZ: Evilásio, aos 23 minutos do primeiro tempo;GRÊMIO: Jonas, aos 34, e Borges aos 45 minutos do segundo tempo;
SANTA CRUZ: Cássio; Simônio, Ronan (Vinícius) e Glauber; Fabiano, Breno, Éder Lazzari, Cleber Oliveira (Adilson), William Paulista e Rigo; Evilásio (Murilo)
Técnico: Tonho Gil
GRÊMIO: Victor, Mário Fernandes, Rafael Marques e Maurício; Joilson, Ferdinando, Fernando, Maylson (Mythyuê) e Fábio Santos (Lúcio); Jonas (Fábio Rochemback) e Borges
Técnico: Silas


Vídeo:



25/01/2010

Grêmio Bicampeão Brasileiro 1996


Quinze anos após conquistar o primeiro título do Campeonato Brasileiro, o Grêmio chegava a sua segunda conquista, depois do vexame ocorrido no Brasileirão de 82, que adiou nossa segunda taça, era momento de comemorar. O imponente Imortal, recém Campeão da América, impôs sua superioridade aos quatro cantos do Brasil, com Arce, Danrlei, Dinho, Rivarola, Roger Paulo Nunes entre outros, a equipe era uma Seleção pronta para mais conquistas.


A competição

O Coritiba foi, juntamente com Sport e Bahia, os três únicos
clubes fora de RJ e SP a levantarem a taça de 81-95
Desde o último título do Tricolor Gaúcho muita coisa havia mudado, o Campeonato Brasileiro se tornou mais democrático, com o fortalecimento político do futebol do Sul do país, principalmente devido ao Clube dos 13, Rio de Janeiro e São Paulo já não eram tão favorecidos como nos anos 80, mesmo assim não era fácil disputar a competição sendo um clube fora da mídia do "eixo" e residente em um do extremos do território nacional.

Recém vindo de um título da Libertadores e com um vice no Mundial que só se materializou nas penalidades, o Grêmio era um dos grandes favoritos na competição, situação muito diferente da de 1981 (primeiro título), onde surpreendemos. Os rivais também eram fortes, a destacar o Palmeiras com a "Seleção Parmalat" e o Cruzeiro, futuro Campeão da Libertadores de 97.


A Conquista

Iniciamos a competição no dia 18 de agosto, no jogo fora de casa contra o fraco Criciúma, o resultado foi 3x1 para nós, era um bom início. Apesar de possuir um time qualificado, o Grêmio não fez uma primeira fase dos sonhos, terminando em sexto colocado na classificação (seguiam oito), foram 11 vitórias, 5 empates e 7 derrotas, o que prejudicou muito foram os últimos jogos em que tivemos uma perigosa sequência de derrotas.

Nas quartas-de-final pegamos logo de cara um dos favoritos, o Palmeiras. O primeiro jogo no estádio Olímpico Monumental relembrou a goleada do ano anterior, 5x0, desta vez o placar não foi tão elástico, mas vencemos com imposição por 3x1, quem saiu na frente foram os paulistas, mas a vantagem não durou muito, o Grêmio levava para o Parque Antártica um grande resultado. Sem Paulo Nunes, expulso no primeiro jogo das quartas, visitamos o Verdão quatro dias depois, a vitória por 1x0 não foi suficiente para o alviverde que acabou eliminado da competição.

Na semifinal enfrentamos o Goiás, a equipe do centro-oeste havia eliminado o favorito Guarani de Campinas na fase anterior com os mesmos resultados do Grêmio, 3x1 em casa e 0x1 fora. O primeiro jogo era no difícil estádio Serra Dourada em Goiânia, mesmo assim vencemos por 3x1, levando a decisão da vaga para o Olímpico. Em Porto Alegre um tranquilo empate por 2x2 deu ao Imortal a chance de disputar sua terceira final da competição nacional contra a surpreendente Portuguesa Santista.

O adversário na finalíssima era forte, havia demonstrado seu poderio nas fases anteriores. Eliminou o favorito Cruzeiro nas quartas-de-final depois de uma goleada por 3x0, passou por outro mineiro, o Atlético, na semifinal e chegava com moral para a disputa do título.

No primeiro jogo os paulistas surpreenderam, vencendo o Grêmio pelo placar de 2x0 no estádio Morumbi na capital de São Paulo, gols de Gallo e Rodrigo Fabri. Estava nas mão do Grêmio a obrigação de fazer o resultado em casa, com a imprensa contra, o time desacreditado e milhões torcendo contra, era o momento de demonstrar Imortalidade.

Nunca havia sido fácil na vida do Grêmio e dessa vez não seria diferente. Na grande final em Porto Alegre, na tarde ensolarada de 15 de dezembro, os gremistas lotaram o estádio Olímpico para torcer e empurrar o time em busca do bicampeonato. Logo aos 3 minutos de partida a estrela da equipe, Paulo Nunes, marcou o primeiro. O jogo era truncado, mas, na superação, o Tricolor conseguiu o segundo gol perto do final da partida, aos 39 minutos Aílton colocava a taça no memorial do clube, com a igualdade no score agregado a decisão ficou no critério da melhor campanha da primeira fase, como terminamos em 6º e o rival em 8º, ficamos com o título. O Grêmio conquistava tudo novamente: Nada pode ser maior.






1ª Fase
Criciúma1X3Grêmio18/08
Grêmio6X1Bragantino21/08
Grêmio2X2Vitória25/08
Corinthians2X2Grêmio29/08
Vasco1X1Grêmio01/09
AtléticoPR3X1Grêmio04/09
Grêmio5X0AtléticoMG08/09
Paraná0X0Grêmio15/09
Inter1X2Grêmio22/09
Botafogo1X0Grêmio25/09
Grêmio1X0Portuguesa29/09
Cruzeiro2X1Grêmio05/10
Grêmio3X1Flamengo09/10
Grêmio1X0Juventude13/10
Bahia1X2Grêmio20/10
Grêmio1X1Palmeiras27/10
Guarani0X2Grêmio03/11
Grêmio4X2Fluminense06/11
São_Paulo2X1Grêmio09/11
Grêmio3X0Santos12/11
Grêmio0X2Coritiba17/11
Sport1X0Grêmio20/11
Grêmio1X3Goiás24/11
Quartas-de-Final
Grêmio3X1Palmeiras28/11
Palmeiras1X0Grêmio01/12
Semi-final
Goiás1X3Grêmio05/12
Grêmio2X2Goiás08/12
Final
Portuguesa2X0Grêmio11/12
Grêmio2X0Portuguesa15/12






DADOS DA FINAL
Local:Porto Alegre/Rio Grande do Sul
Estádio:Olímpico Monumental
Data:15 de dezembro de 1996
Hora:
Árbitro:Márcio Rezende de Freitas (MG)
Assistentes:Gilvan Pereira da Silva (AL)
Leandro de Souza Filha (MG)
Gols Grêmio:Paulo Nunes aos 3 minutos do 1º tempo
Aílton aos 39 minutos do 2º tempo




 GRÊMIOPORTUGUESA
DANRLEICLEMER
ARCEVALMIR
RIVAROLAÉMERSON
MAURO GALVÃOCÉSAR
ROGERCARLOS_ROBERTO
DINHOCAPITÃO
GOIANOGALLO
ÉMERSONCAIO
CARLOS_MIGUELZÉ ROBERTO
PAULO_NUNESALEX ALVES
_ALCINORODRIGO_FABRI
TÉCNICO:
LUIZ FELIPE SCOLARI
TÉCNICO:
CANDINHO

24/01/2010

GAUCHÃO'10: Quase um vexame

Depois de vencer boas e tradicionais equipes como o Pelotas e o Caxias, o Grêmio quase amargou uma derrota diante da equipe do Veranópolis dentro do estádio Olímpico. No ano que passou vencemos grandes equipes, muitas de goleada, Cruzeiro, Inter, Flamengo, Fluminense, Botafogo e afins amargaram o gosto da derrota no Monumental e, por pouco, um time de primeiro semestre não tira mais de um ano de invencibilidade do Imortal, acredito que as desconfianças tenham fundamento.


Primeiro tempo

O Grêmio iniciou o jogo no ataque, com grande destaque no meio campo, principalmente com Hugo. A pressão era meramente inicial, pois o VEC, equipe sorrateira da serra gaúcha, viria a aprontar mais uma das suas no estadual.

Foto: Daniel Marenco
Repetindo os erros dos dois jogos anteriores o Tricolor se jogou para o ataque em busca do primeiro gol deixando a defesa desprotegida, logo aos 8 minutos os visitantes se aproveitaram da fraqueza para balançar as redes. João Paulo entrou na área e estufou o gol de Victor que se precipitou.

Com o objetivo alcançado, o time da terra da longevidade adotou a velha postura dos clubes do Interior Gaúcho de sair nos contra-ataques, abusando da retranca e marcação. Já o Grêmio se viu desesperado com o resultado inesperado não conseguindo produzir chances de gol e levando o resultado adverso para o vestiário.


Segundo tempo

A tática visitante continuou surtindo efeito, em contragolpes perigosos o Veranópolis ameaçava cada vez mais a invencibilidade gremista. Victor teve de aparecer bem em duas oportunidades, uma em um chute de Romário e outra na cabeçada de João Paulo, só no início.

Foto: Daniel Marenco
Desesperado, mas melhor, o Imortal buscava o empate na qualidade individual, aos 14 minutos Réver quase conseguiu a igualdade, o zagueiro cabeceou na trave, logo depois Souza quase fez, mas Vanderlei conseguiu defender.

Depois de muito insistir o Grêmio chegou ao empate, novamente Jonas, o salvador, fez o gol. Aos 19 minutos Souza mandou para o artilheiro gremista que cortou o adversário e meteu no canto direito do goleiro pentacolor.

Foto: Daniel Marenco
E foi só, depois do gol a equipe não conseguiu produzir mais, mesmo após a expulsão de Marcos Paraná do VEC. Aos 40 minutos Lúcio foi derrobado na área, mas não foi marcado pênalti. Atuação ruim e, dessa vez, sem vitória.



FICHA TÉCNICA
GRÊMIO 1 X 1 VERANÓPOLIS
Local: Estádio Olímpico, em Porto Alegre (RS)
Data: 24 de janeiro de 2009, domingo
Horário: 19h30 (de Brasília)
Árbitro: Márcio Coruja
Assistentes: Paulo Conceição e Júlio Espinosa
Cartões amarelos: Ademir (Veranópolis). Túlio, Adilson e Rafael Marques (Grêmio)
Cartão vermelho: Marcos Paraná (Veranópolis)
GOLS: GRÊMIO: Jonas, aos 19 minutos do segundo tempo
VERANÓPOLIS: João Paulo, aos oito minutos do primeiro tempo
GRÊMIO: Victor; Ferdinando (Maylson), Réver, Rafael Marques e Fábio Santos (Lúcio); Túlio (Fernando), Adilson, Hugo e Souza; Borges e Jonas
Técnico: Silas
VERANÓPOLIS: Vanderlei; Raulen (Matheus), Ademir, Marcelo e Romano; Marquinhos, Fernando Miguel, Eduardinho e Marcos Paraná; João Paulo (Dudu) e Kito (André Luís)
Técnico: Gilmar Dal Pozzo



Resultado/Próximo jogo

Com o empate estamos com 7 pontos, na classificação do campeonato permanecemos na 1ª colocação do Grupo 1, mesmo número de pontos que o Novo Hamburgo, com vantagem nos gols marcados.

Nosso próximo jogo é dia 27 de janeiro, quarta-feira, às 22h. A partida será no estádio dos Plátanos contra a equipe do Santa Cruz em Santa Cruz do Sul.



Vídeo:




22/01/2010

Grêmio Campeão da Copa do Brasil de 1989


No ano de 1989 iniciou a segunda maior competição do nosso país, a Copa do Brasil, criada primeiramente com intuito de dar aos times pequenos a chance de jogar contra grandes equipes, se tornou um torneio desejado pelos titãs nacionais. Aquele que viria a ser o maior campeão da copa levou a primeira taça, igualmente foi o primeiro bicampeão, tricampeão e tetracampeão do que hoje é uma das portas de entrada da Copa Libertadores da América.


A competição

Renato Portaluppi, campeão Mundial pelo Grêmio, defendeu
o Flamengo, no polêmico Campeonato Brasileiro de 1987
Desde sua fundação o Campeonato Brasileiro sofreu diversas mutações, tornando-se cada vez  mais extenso, com clubes de todas as regiões do país. Após a edição turbulenta de 1987, organizada pelo recém criado Clube dos 13, a Confederação Brasileira de Futebol resolveu promover um campeonato nacional enxuto, com apenas 24 equipes, sendo a maioria os grandes do futebol brasileiro.

A ação da entidade foi criticada, principalmente por federações menores que levantaram o fato de que pequenos clubes não teriam a possibilidade de duelar contra os grandes, pressionada, a Confederação resolveu criar a Copa do Brasil, possibilitando as instituições emergentes de futebol um enfrentamento com as tradicionais equipes, com as quais eles anteriormente participavam do Brasileirão.

Em 1989 foi disputada a primeira edição da copa, que contou com a participação de Grêmio, Internacional, Flamengo, Bahia, Atlético Mineiro, Cruzeiro, Atlético Paranaense, Vasco, Flamengo, Sport, Corinthians, entre outros clubes. Em termos de importância, a competição reunia quase o mesmo número de grandes equipes do Campeonato Brasileiro, tendo como critério de classificação os campeões e vices dos campeonatos estaduais.


A conquista


Blog da Copa do Brasil 1989
 O Grêmio iniciou a disputa pelo título no dia 19 de julho, contra o Ibiraçu do Espírito Santo. Com Edinho, Assis, Mazarópi, Cuca e Paulo Egídio, a equipe de Cláudio Duarte, treinada anteriormente por Rubens Minelli, escreveu mais uma vez o nome do Grêmio na história do futebol nacional.

O primeiro jogo gremista foi fora de casa, na vitória por 1x0. Ainda nessa época não existia o critério hoje adotado de eliminação do mandante na primeira e segunda fase no caso de derrota por dois gols de diferença. A segunda partida, no estádio Olímpico Monumental, foi uma vitória maiúscula por 6x0, a segunda maior goleada da competição, já que o Atlético-MG havia aplicado 7x0 no América do Rio Grande do Norte em seu jogo de volta.

Sem muitas surpresas, os grandes passaram para as oitavas-de-final, o confronto mais importante dessa fase foi entre os fortes Cruzeiro de Minas e o Bahia, Campeão Brasileiro do ano anterior. No lado gremista uma disputa fácil contra a fraca equipe do Mixto-MT, os mato-grossenses perderam o primeiro jogo em casa para o Imortal por 5x0, não comparecendo no jogo de volta e, consequentemente, sendo eliminados por W.O. no jogo em Porto Alegre. Já nessa fase grandes davam adeus, em destaque a eliminação do Cruzeiro, Vasco e Internacional, sendo este último por goleada.

Nas quartas-de-final a competição já demonstrava o quão traiçoeira seria, não era tão fácil chegar a final como se imaginava antes do seu início, por sorte o Grêmio havia ganho uma "colher de xá" na fase anterior, mas tinha pela frente o então bicampeão brasileiro, o Bahia. A equipe do Nordeste era forte, havia conquistado o nacional do ano anterior e eliminado o Cruzeiro nas oitavas do torneio, mesmo assim nos impomos vencendo o primeiro jogo em casa por 1x0 e o segundo por 2x0 no território do adversário.

A semifinal foi a "final antecipada" da competição, o Grêmio tinha pela frente um tradicional rival, o Flamengo, que havia eliminado o Corinthians na fase anterior. Com título roubado em 1982 ainda engasgado, a equipe gaúcha poderia lavar a alma, e lavou. No primeiro jogo resistimos no Maracanã empatando por 2x2 e, na partida decisiva, uma vitória gritante por 6x1 dava ao Imortal Tricolor a chance de sagrar-se campeão da primeira Copa do Brasil contra o Sport Clube Recife.


O Sport demonstrou força na competição, o Campeão Brasileiro de 1987 chegava a final depois de derrotar o Fortaleza, o Campeão Brasileiro Guarani-SP, o Vitória (que havia derrotado Avaí e Vasco) e o Goiás (que tinha goleado o Inter e vencido o Atlético-MG). O primeiro jogo foi fora de casa, a partida difícil em Pernambuco terminou empatado sem gols, sendo assim, a decisão ficava para o próximo jogo em Porto Alegre.

No dia 2 de setembro no estádio Olímpico Monumental, mais de 60 mil pessoas testemunharam o mais novo Campeão da Copa do Brasil, o primeiro e maior vencedor da competição derrotava o traiçoeiro Sport pelo placar apertado de 2x1, gols de Assis e Cuca para os mandantes e Mazarópi contra para os visitantes. O título garantia o Grêmio na Libertadores do ano seguinte e a classificação para a primeira edição da Supercopa do Brasil que seria disputada em 1990 contra o Vasco.





1ª Fase
Ibiraçu-ES0X1Grêmio19/07
Grêmio6X0Ibiraçu-ES22/07
 
 
Oitavas-de-Final
Mixto-MT0X5Grêmio26/07
Grêmio
(W.O.)
1X0Mixto-MT29/07
 
 
Quartas-de-Final
Bahia0X2Grêmio05/08
Grêmio1X0Bahia12/08
 
 
Semi-Final
Flamengo2X2Grêmio16/08
Grêmio6X1Flamengo19/08
 
 
Final
Sport0X0Grêmio26/09
Grêmio 2X1Sport02/10






DADOS DA FINAL
Local:Porto Alegre/Brasil
Estádio:Olímpico Monumental
Data:2 de setembro de 198
Hora:
Árbitro:José de Assis Aragão (SP)
Assistentes:
Gol Grêmio:Assis aos 9 minutos do 1º tempo
Cuca aos 7 minutos do 2º tempo
Gol do Sport:Mazarópi aos 31 minutos do 1º tempo




 GRÊMIOSPORT
MAZARÓPIRAFAEL
ALFINETEBETÃO
LUIZ_EDUARDOMARCIO
EDINHOAÍLTON
HÉLCIOAIRTON
JANDIRROGÉRIO
LINOLOPES
ASSISJOÉCIO
CUCABARBOSA
NANDOMARCUS
PAULO_EGÍDIOÉDSON
TÉCNICO:
CLÁUDIO DUARTE
TÉCNICO:
NEREU PINHEIRO


21/01/2010

GAUCHÃO'10: Aos trancos e barrancos


O Grêmio repetiu no jogo de hoje os problemas da estréia no Campeonato Gaúcho, apesar de melhor em campo, o time de Silas oscilou entre bons e maus momentos no jogo, a vitória foi apertada e a desconfiança do torcedor aumenta, foi um sufoco dentro do estádio Olímpico, mesmo estando invictos a mais de ano.

Apesar dos pesares estamos com 100% no estadual, na liderança da chave e empilhando gols, se a defesa esta deixando a desejar (muito pela forma errônea com que Silas arma a equipe), o ataque, principalmente com Jonas, esta compensando para mais.


Primeiro tempo

O Grêmio dominou desde o primeiro instante de partida, com o time armado de forma ofensiva os tricolores criaram grandes chances e obrigaram os grenás a recuar. Hugo e Souza tiveram duas chances de abrir o marcador, outro que arriscou foi Adilson, avesso as finalizações, mas, apesar da superioridade, o goleiro Ricardo conseguia levar a melhor sobre os gremistas.

Foto: Jefferson Botega
Posicionado para o contra-atraque, o Caxias evitava dar espaços para os donos da casa, já o Imortal deixava sua defesa desprotegida enquanto buscava sufocar o adversário. A punição para a "faceirice" veio aos 19 minutos, Everton aproveitou-se do vacilo da defesa e mandou para Marcelo Costa que abriu o marcador.

Contrariando a postura de 2010, em que o time ficava sempre abalado após o gol adversário, o Grêmio não titubeou, e continuou pressionando em busca da igualdade. Aos 27 minutos de tanto insistir os mandantes conseguiram balançar as redes, Souza cobrou falta na área, Jonas cabeceou na trave e, no rebote, Borges estufou as redes.

Foto: Jefferson Botega
O gol deu mais segurança ao time, mas nada que pudesse mudar o placar da partida na primeira etapa. O Caxias continuou buscando os contra-atraques, enquanto o Grêmio evitou se arriscar demasiadamente deixando a vitória para mais tarde.


Segundo tempo

Na segunda etapa quem começou pressionando foi o Caxias, logo no primeiro lance de jogo Cristian Borja recebeu dentro da área e mandou contra o gol gremista, por sorte temos um grande goleiro na meta tricolor, Victor não decepcionou e fez uma defesa perfeita.

Foto: Jefferson Botega
O Grêmio conseguiu a virada aos 14 minutos de partida, Jonas (preciso e confiante) entrou dentro da área caxiense pela direita e cruzou em frente ao gol do goleiro grená Ricardo, tentando afastar Ânderson Bill errou a mira e mandou contra o próprio patrimônio. Grêmio 2X1 Caxias.

Com a derrota parcial os visitantes voltaram a atacar aos 22 minutos. Alisson avançou pela direita e cruzou para Everton que não deixou barato, empatando a partida. A resposta tricolor veio um minuto depois com Jonas, o Cara do jogo recebeu de Lúcio pela esquerda e mandou de cabeça para as redes, fechando o caixão do Caxias.



FICHA TÉCNICA
Grêmio 3x2 Caxias
21/01/2010
GRÊMIO: Victor, Ferdinando, Rafael Marques, Réver e Fábio Santos (Lúcio); Adilson, Souza, Hugo (Túlio) e Leandro; Jonas (Maylson) e Borges
CAXIAS: Ricardo; Alisson, Ânderson Bill, Tiago Saletti e Ismael (Caçapa); Marcos Rogério (Mauro), Itaqui, Lê (Edenílson) e Marcelo Costa; Cristian Borja e Everton
Gols: Grêmio: Borges, aos 27min do primeiro tempo; Ânderson Bill (contra), aos 14min, e Jonas, aos 22min do segundo tempo; Caxias: Marcelo Costa, aos 19min do primeiro tempo; Everton, aos 22min do segundo tempo
Cartões Amarelos: Grêmio: Adilson e Lúcio; Caxias: Ricardo, Tiago Saletti, Marcelo Costa, Marcos Rogério e Cristian Borja
Árbitro: Carlos Eugênio Simon
Local: Estádio Olímpico, em Porto Alegre (RS)



Resultado/Próximo jogo

Com a vitória estamos na liderança do Grupo 1, com 100% e 6 pontos. O resultado amplia o período invicto no estádio Olímpico Monumental, agora a marca é de 30 vitórias e 10 empates.

Nossa próxima partida será novamente em casa, o jogo será contra a equipe serrana do Veranópolis, às 19h30min, domingo.



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